| Reminiscência de Infinito Sentir |
30Out2006 00:00:00
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Imperfeitamente Linda
Imperfeitamente linda ténue vai a noite, iluminada artificialmente em teu quarto. Por entre paredes brilhas num suspiro doce, longe da vista que não alcança, mas que tanto tenta? Amamentas este coração que pede trespasse na esperança, na crença profunda, na utopia, no querer, no sonho? Na verdade omitida, na coragem perdida, na dor sentida? Sujas de pólen ao chegar perto, ao emergir em ti, ao sorrires. Leve a tua mão que custa a segurar pesada de sentimento, cujo toque é o alimento, para quem não tem mais sustento. Do nada fizeste ?imenso?, da vida um ideal, e o amor real? Sujas a vida de jovialidade, a perpetuas para além da idade, imortal na amizade, eterna no amor, passageira na dor? Imperfeitamente linda, ainda assim tão mais Linda, tão Aida.
Reminicência de Infinito Sentir Ecopy - Porto - 2007
Amar é...
Amar é chorar como quem ri É tremer de frio e sentir calor É perder o sangue sem dor É estar triste quando sorri Amar é acordar sem ter dormido É sentir o coração nas mãos É suar sem se mexer, é gemido É intenso querer fazer Amor contigo Amar é andar mesmo sem pernas É ser odiado e gostar de ti É perder a cabeça e não apenas É teu perfume no ar, eu senti Amar é sem reino ser Rei É lutar sem espada É ser humilhado e dizer Amei Amar multiplicação de sentir centrado em ti
Pedro Lopes - Reminiscência de Infinito Sentir Ecopy ? Porto ? 2007
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