| Olhão ? ?Al-hain? |
22Dez2006 00:00:00 |
Terra ensolarada pelo verão, Barcos de pesca, e puro sal. És a cidade mais bela de Portugal! Onde vives Princesa do meu coração?
Por onde andas com esse ar sensual!!! Cais de embarque para tantas ilhas, Onde os pais deixam suas filhas. Cidade de Amor platónico e imortal?
Ninfa da ria formosa, Que tanto me inspiras. Tu, e esse teu ar que respiras?
Festival do marisco, tasquinhas, e bom petisco. Ó Olhão da restauração, como eu te invejo! Por teus olhos a verem, e os meus não?
- Plenitude do Sentir ? Pedro Lopes - - Editorial Minerva ? Lisboa ? 2006 - Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (123)
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| Águas do Luso |
14Dez2006 00:00:00 |
Água que no Luso nasces e nos lábios de meu Amor morres? Como te invejo? como eu te invejo por tocares na boca sagrada, por beijares a minha Amada. Água cristalina, tornas-te parte daquele corpo que a mim fascina. Agora sei o porquê de tão bela alma.
Culpa tua água cristalina?
Bebe as lágrimas dos Deuses que no Luso brotam. Água que respiras e bates nos olhos do meu coração, que neles fazes espelhar meu rosto. Água que és do Luso só em ti confio para regar a Flor mais linda. Beber-te nos lábios dela é tudo que mais desejo.
Pedro Lopes - Plenitude do Sentir Editorial Minerva - Lisboa, 2006
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